quarta-feira, 8 de maio de 2013

O dia da Mãe para quem não é Mãe.


Pensei muito se publicava ou não este post, tive-o agendado, não para o dia da mãe, no passado Domingo, pois a meu ver era despropositado, pois toda a blogosfera, redes sociais, meios de comunicação anunciavam e faziam reportagens sobre esse dia e não ia estragar essa "alegria".  Ora, eu comemorei o dia obviamente, tenho uma mãe fantástica, do melhor que se pode ter e que tento mimar à minha maneira é certo, mas estive presente, aliás como estou todos os dias, Graças a Deus. A  questão para hesitar em publicar este post, é que não sou mãe e não o serei, por motivos que só a natureza explica e isso não me irá permitir conhecer o chamado "amor maior e incondicional" o que torna o dia da Mãe num vazio, num aperto no peito.
Sou uma pessoa muito positiva continuo a ficar super feliz com as minhas amigas grávidas, com todas as crianças, acompanho tudo de perto e sem qualquer problema ou tristeza até, nada mesmo, mas no Domingo passado foi diferente e claro que a minha família não tocou no assunto, mas eu gostaria que o tivesse feito, tenho um enteado e sobrinhos que adoro e é a eles que me tenho que dedicar e mimar.
E como este blogue é o meu cantinho, fica mais um desabafo.

9 comentários:

Suricate disse...

E aqui fica um beijinho e um abracinho daqueles apertadinhos.
Sem palavras, porque elas não dizem nada em momentos assim.

GATA disse...

Querida (do fundo do coração felino e sem tom de ironia) Província: eu também não sou mãe e certamente também não serei, por problemas de saúde, pelo entendo o teu post...

A diferença entre nós, quer parecer, e perdoa-me se estiver errada, é que tu gostarias de ser, e eu não (por motivos que agora não interessam)...

Turrinhas de GATA - as minhas são anti-alérgicas! :-)

L.b disse...

Um beijinho grande minha querida :)

Liliana Fernandes disse...

Adoro crianças, Amo os meus sobrinhos e os filhos dos meus amigos...Sou psicóloga e tenho o privilégio de trabalhar para e com crianças...Sinto-me completa. Mas não sou mãe. Apesar de não saber viver sem crianças o meu relógio biológico não dá sinal...Só se o acaso assim o decidir.
Ah! aprendi o que era o amor incondicional com a minha mãe. A mulher maravilhosa a quem devo tudo o que sou.
Beijinho,
Liliana
Gostei do blog. Vou seguir.

Dear Daisy disse...

Se eu já tinha uma grande admiração por ti, agora essa admiração cresceu não o dobro nem o triplo. Muito mais do que isso!!!

Beijo grande.

Alice disse...

entendo-te muito bem. às vezes, há quem julgue que não se é mãe por egoísmo. pensem lá outra vez, e verifiquem se pode ser só isso.

Estou a ver que por aí, a esperançade ser mãe já morreu. Será que eu também devo matar a minha de vez?

beijinho e força

Entre Biberons e Batons disse...

Não sabendo ao certo o que tens, deixa-me dizer-te que três casais meus amigos, depois de tentativas várias, tratamentos vários, etc e tal, conseguiram. Os três. Não foi no primeiro ano nem no segundo, alguns nem no terceiro, mas conseguiram e hoje têm os pequenotes deles.
Beijinhos e que o teu sonho se realize <3

Coquinhas disse...

Oh :( Beijinho repenicadinho no coração que aposto está cheio de amor

L. disse...

Só hoje é que li este post. Eu também não sou mãe, mas espero vir a ser um dia. Não sei os teus porquês, mas tenho a certeza que há muitas m"maneiras" de ser mãe. Não só a biológica, não só a afetiva... penso que haverá muitas maneiras de o sentir.